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Jovens da RENSE se reúnem para o DNJ

O domingo, 21 de outubro, começou com animação total. Ninguém perdeu a hora para chegar cedo à quadra do Seminário Claretiano, Paróquia Santo Antônio Maria Claret, onde foi realizado o DNJ (Dia Nacional da Juventude) da Região Episcopal Nossa Senhora da Esperança (RENSE), Arquidiocese de BH. Foram jovens de muitas comunidades paroquiais, diversos grupos de diferentes expressões de juventudes.

No início do evento os participantes foram acolhidos com músicas e danças, uma animação no estilo de cada um. Em seguida o Frei Henrique Siqueira, responsável por acompanhar as Juventudes da RENSE, falou um pouco sobre o Sínodo dos Bispos com a temática “Os jovens, a fé e o discernimento vocacional”. Ele comentou sobre a importância do protagonismo missionário na Igreja, especialmente quando há a iniciativa das diferentes expressões juvenis. Com o Frei Henrique alguns jovens organizaram uma breve reflexão, e ainda rezaram a oração do Sínodo.

Para dar continuidade ao animado encontro grupos se apresentaram através de danças e performances teatrais, além de finalizarem com muito entusiasmo o DNJ 2018 com uma animada brincadeira de perguntas e respostas sobre a Igreja Católica. Foi uma manhã inesquecível para os grupos que participaram. “Aqui é o lugar do jovem. A gente encontra os amigos e colegas e percebe o quanto a Igreja nos permite o espaço para mostrar essa juventude. É muita animação! Muita alegria! E estar em união com todos é o mais legal.” Disse a jovem Mariana Resende, 16 anos, que participa em outra Região Episcopal, mas esteve no DNJ RENSE por gostar dos eventos com as juventudes.

Já para a celebração eucarística ao final do evento esteve dom Joaquim Mol, bispo auxiliar para a RENSE, ele acompanhou as últimas animadas atividades dos jovens no DNJ e ressaltou uma atenção especial que deve ser dada às juventudes: “Jovem, por natureza, é aberto. Jovem, por natureza, é animado. Porém, tem nos preocupado que muitos deles, contra a sua própria natureza de juventude, tem se revelado mentes e corações fechados, sobretudo neste tempo político que estamos vivendo. É impressionante a quantidade de jovens que gostam de autoritarismo e violência, apresentam o contrário do que são por natureza, e isso não identifica o jovem cristão católico. Por isso, precisamos fazer com que a Palavra de Deus penetre da maneira mais profunda possível os corações das juventudes.”

(Informações/Fotos: Pascom RENSE)