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Rense realiza I Retiro dos Catequistas

Na manhã de domingo, 23/08, cerca de 500 catequistas participaram do I Retiro dos Catequistas promovido pela Região Nossa Senhora da Esperança (RENSE), na quadra poliesportiva do Colégio Padre Eustáquio. Durante o encontro, os catequistas participaram da Missa, presidida pelo bispo auxiliar dom Joaquim Mol, assistiram a palestra “Sou catequista por uma igreja em saída”, ministrada pelo vigário episcocal frei Adilson Corrêa da Silva, ofm e ao final do evento, foram agraciados com uma mensagem do Padre Carlos Guimarães, que também presenteou a todos com a revista “A turma”. Sorteios de brindes, um delicioso café e a “oração do catequista” também fizeram parte da programação do evento.

 

Em sua fala, dom Joaquim Mol destaca que está muito feliz com a quantidade de pessoas que escutaram o chamado Deus para aquela manhã. “Manhã esta, tão simples como são as coisas se Deus. A catequese se define de uma maneira muito clara: é a educação da fé. A tarefa do catequista e ser cultivador da fé na vida das pessoas”, afirma.

 

“Os discípulos então saíram e pregaram por toda parte (cm 16,20)”. Foi assim, mencionando o Evangelho de Marcos, que o vigário episcopal frei Adilson Corrêa e Silva, ofm, iniciou sua palestra.
Durante todo o tempo, ele propôs uma belíssima reflexão baseada na história de Jesus e seus discípulos, considerando as orientações do Papa Francisco sobre uma Igreja em Saída. “A missão de Jesus é a nossa missão. Seus ensinamentos se prolongam em seus seguidores e a sua ascensão não nos priva da sua presença, pelo contrário, oferece-nos novos modos de senti-lo e encontrá-lo. Devemos fazer como os santos e vê-los não como fazedores de milagres, mas sim como pessoas que viram a cabeça e olham para o evangelho, para vivenciar uma experiência com Deus, como Jesus ensinou”, destaca.

 

Frei Adilson destacou que os grandes desafios atuais da Igreja exigem uma igreja Missionária em saída. E uma das posturas que o catequista deve ter é levar a misericórdia a quem precisa, procurar os que estão afastados de Deus, encurtando a distância dessas pessoas com Deus. “Os seguidores de Jesus são convidados a viverem continuamente uma vivência fronteiriça: arrancar-se, desinstalar-se, abrir-se à novas situações, assumir novos riscos, ir à fronteira e acolher as pessoas que ali estão e resgatar principalmente os que se encontram em vida de pecado”, afirma.

 

Ao final da sua falta frei Adilson propõe a seguinte reflexão: "Um catequista deve: Transformar em fé o que lê, ensinar aquilo que crê e realizar o que ensina. Como diz São Francisco de Assis: ‘Evangelizem sempre! Se preciso use as palavras”, finalizou.

 

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Por Liliane Martins